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Bitcoin recua após dados macroeconômicos e pode buscar US$ 82 mil, aponta analista

Volatilidade também afeta Ethereum e Solana; analista da Ripio destaca predominância do fluxo vendedor no curto prazo.

Atualizado em 18/12/2025 às 11:12, por Redação Credinews.

Imagem mostra uma moeda de Bitcoin dourada, com o símbolo ₿ em alto-relevo no centro, posicionada em destaque no primeiro plano. Ao fundo, aparece um gráfico financeiro digital, com velas de alta e baixa e linhas de tendência nas cores verde e vermelha, representando a oscilação de preços no mercado. O cenário tem estética moderna e tecnológica, associada ao mercado de criptomoedas, volatilidade e investimentos digitais. A composição reforça a ideia de valorização, análise técnica e movimentação do Bitcoin nos mercados globais.

O Bitcoin registrou forte volatilidade. Foto Google/IA

Após a divulgação de dados macroeconômicos nesta quarta-feira (17), o Bitcoin registrou forte volatilidade. A criptomoeda chegou à máxima de US$ 90.630, mas recuou rapidamente e, até o momento desta publicação, atingiu a mínima de US$ 85.314.

De acordo com Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, o movimento de queda foi acompanhado pela entrada de fluxo vendedor, que passou a predominar no mercado. “Durante a queda, foi possível observar a entrada de fluxo vendedor, que se tornou predominante até o momento”, avalia.

Segundo a analista, esse comportamento indica a possibilidade de novas desvalorizações. “Esse movimento sugere continuidade da queda, com o preço podendo buscar as regiões de US$ 82.200 e US$ 79.000.

Por outro lado, Ana de Mattos ressalta que uma reversão ainda é possível. “Caso entre fluxo comprador e haja reversão do movimento, as próximas resistências do Bitcoin estão nas faixas de US$ 94.500 e US$ 101.300.

 

Ethereum segue pressionado por força vendedora

No mercado de Ethereum, o cenário também é de pressão. O ativo atingiu a mínima de US$ 2.791 na terça-feira (17) e, conforme a análise de fluxo, a força vendedora segue prevalecendo.

“A continuidade da queda pode levar o preço a buscar regiões de liquidez em US$ 2.840 e US$ 2.550”, explica. No entanto, ela pondera que, em um cenário de retomada da força compradora, o Ether pode reagir. “Caso haja reversão, as resistências de curto e médio prazo estão nas regiões de US$ 2.900 e US$ 3.115.

 

Solana encontra região de demanda, mas precisa romper resistência

A Solana (SOL) também apresentou oscilação. Após atingir a máxima de US$ 133 na quarta-feira (17), o ativo recuou até a mínima de US$ 121. Segundo Ana de Mattos, essa faixa de preço representa uma região de forte demanda compradora, o que pode favorecer uma alta no curto prazo.

“Para confirmar o movimento de alta, é necessário que o preço supere a resistência dos US$ 127”, explica. Se isso ocorrer, os próximos alvos estão nas regiões de liquidez de US$ 140 e US$ 153.

Porém, a analista alerta para o cenário alternativo. “Caso o preço da Solana capture a liquidez dos fundos, os suportes estão nas faixas de US$ 115 e US$ 105”, conclui.